Eu e minhas listas de espera de seriados

No momento, estou sem muita criatividade para escrever por aqui. Mas o meu post anterior sobre os livros a serem lidos me animou bastante, e fiquei com vontade de mostrar o quê há nas minhas outras filas de esperas (elas são intermináveis!!). Talvez acabe montado uma outra coluna baseada nelas, porque assunto não vai faltar. Hoje, apresento os seriados pendentes da minha watchlist:



- 6ª temporada de Doctor Who: Ai, ai, cadê que eu já comecei a assistir? A preguiça é mais forte do que eu! Estou louca para conheceu mais da River Song, ver o Rory como companheiro oficial, saber como rolaram todos aqueles acontecimentos spoilers com os quais o tumblr gosta de me torturar. O problema principal é a falta de conexão do meu computador (estou usando a internet alheia!), não posso mais baixar nada. Vou acabar assistindo dublado na TV Cultura!


- To the ends of the Earth: Estou LOUCA para assistir essa minissérie de uma vez. Se passa durante uma viagem de caravela com destino à Austrália; a ambientação o século XIX é impecável e ainda tem o Benedict Cumberbatch interpretando o protagonista (pois é). Que bom que eu já possuo os três episódios baixados, é só apertar play e ser feliz. Pena que, sempre que eu tento fazer isso, algo acontece: alguém me expulsa do computador, ou sou chamada urgentemente por alguém (para algo que não é nada grave), ou chega visita, ou minha mãe me manda comprar pão urgente, entre outros imprevistos. Ah, dilema, dilema...


- The Office UK: Ctrl+V o Ctrl+C do item anterior. Acrescente o fato de eu não conseguir assistir mais de cinco minutos de um episódio simplesmente por falta de costume com o formato do programa. Por mais que as atuações estejam ótimas, ainda que tenha várias situações e personagens hilários, eu não consigo me acomodar com esse formato de apresentar a série, e acabo desistindo. Não me dou bem com documentários, acho entediante demais mesmo curtindo o assunto. Então, um mockumentary não seria diferente... mas vou dar outras chances.


- Fortysomething: Outra minissérie com o Cumberbatch no meio. Admito, eu nem sei sobre o que se trata a história, mas sei que ele interpreta o filho do personagem do Hugh Laurie. Como ignorar!? Pois é, um critério forte nas minhas escolhas de filme ou série é a presença de tal ator ou atriz em determinada circunstância. Julguem-me (alguns já fazem), não estou nem aí. E sempre gostei mais de não saber nada sobre o enredo, prefiro acompanhá-lo diretamente nos episódios.
Ah, e “Fortysomething” só não foi assistido mesmo por falta de legendas, em inglês mesmo; meu ouvido ainda não é apurado o suficiente para viver sem elas.


- 4ª temporada de Fringe: Parei no 7º episódio. Estava acompanhando muito feliz junto com os outros fãs, mas o hiatus de duas semanas que se seguiu, mais o fato de “Wallflower” ter sido muito, mas muito chato mesmo (apesar da história ser ótima) me quebrou totalmente. Por mais interessante e mindblowing que a história ficava, maior ficava o meu desânimo, pois sabia que iria ter que dar reset na temporada para acompanhar direito. Ou então assistiria tudo nas coxas, e isso “Fringe” não merece. E o detalhe do meu computador só piorou a situação; quando a minha internet voltar, acho que voltarei com a série de uma vez. Quero demais ver a series finale (que vai ser ÉPICA) com todo mundo.

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